domingo, 1 de janeiro de 2012

Melhores e piores do ano

 

Não é a brincadeira que eu fiz ano passado do Metempsicose de ouro, isso porque quase todos os filmes que concorrem a prêmios no começo do ano estão guardados para fevereiro/março. Quer ver só? Olhem o que estou esperando estrear: Homens que não Amavam as Mulheres, Invenção de Hugo Cabret, Cavalo de Guerra, Aventuras de Tintim, Carnage, Pina, A separação, O Artista, Albert Noobs, Toda a forma de Amor, Shame, Homem que Mudou o Jogo (péssimo título), Histórias Cruzadas (atrasado 7 meses), Os Descendentes e outros  que não lembro agora. Fato é que esse ano tudo estreou atrasado no Brasil e algumas coisas direto em Dvd, logo já adianto que em meio a tantos filmes ruins, a distribuição foi a pior coisa do ano.

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MELHORES FILMES

arvore da vidacopiafielDrive-Poster1-574x814hanna harry-potter-deathly-hallows-part-2-poster-daniel-radcliffe-01incendiosmeia noite em parisnamorados para sempre pele que habitoRangosuper_8x-men_first_class_poster

Melhores filmes vistos no cinema.

Árvore da Vida (Terrence Mallick) ou você ama ou você odeia. Só não dá para ficar indiferente.

Cópia Fiel (Abbas Kiarostami) Alias, se vc achou o filme de Mallick difícil de entender, nem tente este. Começa dentro de uma normalidade e o seu roteiro genial leva você para um passeio pelos diferentes tipos de relacionamento, com os mesmos personagens e um final aberto.

Harry Potter e as Relíquias da Morte Parte 2 (David Yates). O mais curto, redondo e bem lapidado filme. Encerrando uma série de oito filmes que incrivelmente não perdeu a qualidade com o passar do tempo, pelo contrário.

Incêndios (Denis Villeneuve) Um filme chocante, que você pode até descobrir a reviravolta em seu meio… mas ainda sim poderoso. Procurar a verdade sobre a origem da família pode ser desagradável.

Meia Noite em Paris (Woody Allen) Talvez as pessoas tenham razão, o filme não é nada revolucionário perto do que Woody já fez, mas que belo conto ele filmou. Entre no expresso da meio para a paris dos anos 20.

Namorados para sempre (Derek Cianfrance) – Um soco no estômago para os apaixonados, um filme terrível sobre a degradação do amor. E você~e pensando ao final que quem amava mais era ele. Triste e lindo.

Pele que Habito (Pedro Almodóvar) – Os cineastas se reencontraram esse ano, em outros gêneros. Se Woody voltou ao fantástico, Pedro voltou ao suspense com base no terror. A história é surreal e aterrorizante.

Rango (Gore Verbinski) – Um desenho não habitual, com poucas piadas, muita ação e os personagens digitais mais feios que eu já vi em tela. Peça única que funciona bem mais com os vaqueiros antigos da TNT.

Super 8 (J.J. Abrams) – Homenagem mais puxa-saco ao Spielberg e que funciona. Tem ecos de Goonies, Sessão da tarde e nostalgia as aventuras da década de 80. Tem também o melhor elenco infantil em muito tempo.

X-MEN: Primeira Classe (Matthew Vaughan) – Incrivelmente esse filme está mais perto do Batman de Nolan, do que das produções somente boas da Marvel. X-men é uma aula de roteiro também e tem ótimas atuações do elenco inteiro no melhor filme dos mutantes até então.

Melhores filmes vistos “Ilegalmente” – Para certas coisas não dá para esperar uma previsão-de-uma-data-de-lançamento-ainda-a-ser-aprovada, então recorremos a ilegalidade.

Drive (Nicholas Widding Refn) – Ação e poesia. Arte e pop. Produto do cinema contemporâneo. Drive tem cenas marcantes e uma estética própria em que cada movimento de câmera é essencial. Fantástico. Sem data oficial para sair no Brasil desde Cannes

Hannah (Joe Wright) – Outra ação estilizada, meio pesadelo, meio conto de fadas e uma atuação da pequena e poderosa Saoirse Ronan, que entra na história. Não é um filme de James Bond mas chega perto. Saiu direto em Dvd, depois de 1 ano de espera. :(

 

Melhor Diretor 2011 - Nicholas Widding Refn (Drive); Abbas Kiarostami (Cópia Fiel); Terrence Mallick (Árvore da  Vida)

Melhor Ator 2011 – Ryan Goslin (Drive/Namorados para Sempre), Michael Fassbender  (X-Men: Primeira Classe) e Antonio Bandeiras (Pele que Habito)

Melhor Atriz 2011 – Juliette Binoche (Cópia Fiel) , Kristen Dunst (Melancolia), Michele Williams (Namorados Para Sempre)

Melhor (?) Vilão – Tom Hiddleston como Loki (Thor) , Kevin Bacon como Sebastian Shaw (X-MEN: Primeira Classe), Albert Brooks como Bernie Rose (Drive)

Melhor História

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Contracorrente (Javier Fuentes-Leon) A homossexualidade vista pelas lentes do fantástico e do preconceito das classes mais baixas. Um belo filme.

Cópia Fiel (Abbas Kiarostami) Abbas é um diretor preciso, Juliette dá um show a parte mas alma são os diálogos que conduzem toda a história.

Em um mundo Melhor (Anders Thomas Jensen) Fábula de Violência nos dias de hoje, conta com guerra civil e crianças da classe média norueguesa na mesma trama.

Incêndios (Dennis Villeneuve; Wadji Mouawad) Duas linhas de tempo, um história chocante e uma reviravolta como cereja no bolo.

Meia Noite em Paris – (Woody Allen) A mágica de voltar no tempo e encontrar seus ídolos cria uma bela fábula do diretor nova iorquino.

Muppets (Jason Segel, Nicholas Stoler) Confessa homenagem aos anos 80,os bonecos de pano voltam em um roteiro simples mas inovador, com musicas e cheio de metalinguagem.

Pele que Habito (Pedro Almodóvar) O Terror-dark-sexual como só Almodóvar pode pensar e fazer.

X-MEN: Primeira Classe (Bryan Synger; Sheldon Turner) ou como desenvolver personagens de quadrinhos.

Superestimados 2011: 

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Melancolia (Lars Von Trier) – Kristen Dunst á um show de atuação, é um sombrio e tem um começo tão belo como o de Anticristo, entretanto ele está cheio de personagens desinteressantes, uma história óbvia e a mão pesada de Von Trier. Não gostei, um monte de gene gostou, mas está longe de ser a maravilha da sétima arte como alguns querem empurrar.

Um lugar Qualquer (Sofia Coppola) – Parece que o filme foi feito para tirar um sorriso sutil, somente do pessoal que trabalha no ramo. Ok Sofia é do minimalismo, mas ficar fazendo Encontros e Desencontros para sempre não é uma coisa legal, é somente chato e bem óbvio. O pessoal adora ficar vendo na banalidade um crítica a arte em si, mas isso ela já fez no filme citado!!!!! Não é uma evolução, é mesma coisa com uma embalagem pior.

Discurso do Rei (Toby Haynes) – Tá entalado ate agora a quantidade absurda de prêmios ganhos por esse filme. O filme está todo nas costas do Colin Firth, que dá uma de suas melhores atuações e ponto. Não é tão engraçado como exaltam, não é tão histórico, não é uma direção extraordinária ou uma roteiro fantástico. É tudo arroz com feijão e um ator ótimo.

Subestimados 2011

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Carros 2 (John Lasseter) A pixar desde Toy Story é exaltada como a mais original e melhor estúdio de animação. O dia que isso caísse seria uma bomba, não pela qualidade do filme em si mas porque os críticos estão sedentos para metralhar alguma coisa de Pixar. Como Carros é somente uma aventura divertida, foi metralhado. Mas não é um traição, pelo contrário eles continuaram correndo riscos e fizeram um filme com uma quantidade considerável de violência, onde os personagens portam armas de verdade e uma homenagem aos filmes de James Bond. O pior da Pixar ainda é o melhor da Fox.

Hanna (Joe Wright) Menina assassina, ação de qualidade e ultra estilizado. O pessoal que viveu nos 90 com Tarantino iria adora. O filme alias, foi um pequeno sucesso lá fora. POR QUE DIABOS ISSO NÃO SAIU NO CINEMA? Não sei, mas vai ser redescoberto no DVD. Alice no país das maravilhas com espiões

Cowboys & Aliens ( John Favreau) acho que o pessoal queria mais ação. O John não é expert em cenas de ação, mas como sessão da tarde o filme é ótimo. Para os velhos fãs do spaghetti tb. Mas eu entendo a decepção, ele realmente não é extraordinário, mas é esperto.

Enfeite do ano. (categoria que visa enfocar as coisas que estão no filme somente como adorno, sem nenhuma utilidade)

January Jones como Rainha Branca (X-MEN : Primeira Classe), ela é uma das vilãs/heroínas mais fantásticas de X-MEN e aqui ficou como uma mera capanga de Sebastian. Interpretada no automática por uma ganhadora de vários Golden Globes. Vai entender.

Sean Penn (Árvore da vida) Tá o filme é ótimo também, mas ao ver Sean Penn no trailer imaginei que ele interpretar mais do que só ficar em toda a cena com uma cara de Pensador dolorido. Podia ser qualquer um, pra que desperdiçar o Sean Penn.

Rene Russo (Thor) Ah você também não viu ela, é porque ela parece em 2cenas e meia, assim como Wynona em Star Trek. Ela é a mãe de Thor… Próximo.

John Malkovitch (Transformers – O lado oculto da lua). Essa série é fantástica. Ela não tem roteiro, o diretor é patético, tem quase três horas de enrolação cada filme e cada filme que passa tem mais atores famosos no elenco. No último tem Frances McDormand num papel bobo, mas que tem a ver com  a historia do filme e John Malkovitch que está num momento vergonha alheia. Personagem que não tem nada a ver com a história em situações embaraçosas. Eu só quero ver os Robozões brigando!

Rosie Huntington-WHiteley (Transformers – O lado oculto da Lua). Mas essa sim é clássico enfeite. Modelo que nunca atuou, ela é introduzida com um close na bunda. É absurdamente bonita, não faz nada além de correr e gritar. Não levem a mal eu gosto da série, mas nada pode exemplificar melhor essa expressão do que ela.

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Todo o Elenco de Sucker Punch – Mundo Surreal. Todas as atrizes e atores são talentosos, mas simplesmente não atuam! Também pudera, o roteiro de Zack Snyder é tão fraquinho. Ok, fazer homenagens aos universos da nerdice com um enfoque… onanista… é uma ideia legal! Mas queremos mais conteúdo.

Ruim mesmo!

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Amanhecer - parte 1. Não adianta discutir. é um fenômeno. Mas em termos cinematográficos não aprendeu nada como Harry Potter, não sei se o material original ajuda… mas em 2012 acaba! Ah sim… eu fui arrastado para ver.

Padre. Esse eu conheço o original que é uma puta história. Foi respeitada? Não muito. Mas o trailer parecia legal, pela ação. Agora se você viu o trailer, você viu o filme (ODEIO ISSO!) Tem 87 minutos, quase nada de ação e história (batida e pior) demaaaaaisssss! Aí fica parecendo que Transformers faz certo.

Invasão do Mundo: Batalha de Los Angeles. Não é tão ruim, mas não chega a ser bom. é o típico filme para exaltar o ex[ercito americano… Próximo.

Todo o mundo tem problemas sexuais. Lógico sem um brasileiro não tem graça. Puxa, eu não vi um filme legal da nossa nação esse ano. em compensação essa pérola me caiu no colo. Nunca misture teatro com  cinema da maneira que domingos fez, é muito maçante e as cinco história não são nem perto do legal

& Menção Honrosa (?) Lanterna Verde, que eu não consegui assistir ainda mas pelo que vi….

Cenas do ano:

Arvore da Vida – Lacrymosa e o surgimento da nossa galáxia.

Drive – Cena do Martelo, ou cena muy macho

 

 

Incêndios – Cena do ônibus, ou a cena mais forte do ano. O conflito religioso e suas vítimas.

Planeta dos Macacos : A Origem – Cena do “não”, e todo mundo no cinema pulou.

Rango – O espírito do Oeste encontra Rango e o ensina como ele deve ser, alguém chuta com quem parece o espírito?

Meia noite em Paris – O personagem de Owen explicando a situação para surrealistas.

Melancolia – Prólogo. Eu não gostei do filme, mas é inegável que o prólogo é lindo.

Muppets – Homem ou Muppet? Música chave dentro da história, é também um momento de nostalgia lindo.

Super 8 – Trem descarrilhando enquanto as crianças gravam, infelizmente eu não consegui ela inteira, em boa qualidade, então olhem só começo.

Tio Boonmee – Recordando uma cena em que é um princesa e que tem contatos imediatos com um… peixe. Cena mais surreal do ano.

 

É isso, em fevereiro tem o Metempsicose do ano.

Abs,

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Silent Hill – Parte 2

 

Há mais ou menos 1 ano fiz um post sobre essa saga fantástica de terror, que você pode ler aqui, agora volto com a segunda parte, e espero que haja uma terceira pois ainda faltam dois jogos e o que saíra em 2012. Hoje falaremos dos posteriores a trilogia clássica, os volumes 4 e 5.

silent hill the room Silent Hill – The Room.

Na verdade foi pensado para ser um spin-off de Silent Hill, mas no final resolveram transformar no quarto jogo da série, o que é ótimo pois esse foi infinitamente melhor que o terceiro exemplar na parte da história e a mudança na jogabilidade foi uma merecida renovação na estrutura do jogo. Eles vão esquecer isso no próximo, mas aqui caiu muito bem…

Você controla Henry Townsend, um homem que está preso em seu quarto de hotel na cidade Ashfield, e quando digo preso é de uma sobrenatural em que não consegue sair de maneira nenhuma do quarto, e tem estranho pesadelos com espírito. Nessa parte do jogo você a perspectiva da primeira pessoa e coisa acontecem no quarto que te fazem pular do sofá. Muito bem construída essa parte do jogo, que beira a perfeição.

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Após um sonho louco, pedaços de manuscrito que remetem a Ordem, aquele culto que incinerou Alessa em Silent Hill, e alguns sustos eis que um buraco gigante abre no banheiro de Henry. Você entra ou não? Se você não entrar colega, acabou o jogo. Então… Vai fundo, e a perspectiva se torna um Silent Hill mais clássico, com a perspectiva em terceira pessoa, um Henry Townsend com um cano na mão, cães do inferno, um mundo de sonho e uma mulher que ele encontra na primeira fase para proteger, chamada Cynthia. A inovação está com os inimigos que nesse jogo são fantasmas… e como você mata um fantasma mesmo? Não mata, corre. Mas uma hora Cynthia vai desaparecer e começa a se tornar a corrida pela vida dela que está fadada ao fracasso. Um momento dramático que mostrar o verdadeiro plot do jogo, pois Cynthia morre com o número 16/21 no corpo.

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Um antigo assassino cuja a história conhecemos em parte no Silent Hill 2 na parte dos apartamentos, Walter Sullivan estava sedo investigado pelo antigo morador do apartamento 302 …que desapareceu misteriosamente. Walter morreu na prisão após ser condenado por 10 assassinatos ritualísticos, como mostrado em Silent Hill, mas ele ainda tinha 11 pela frente e parece continuar tudo como espírito. Cabe a você agora enfrentá-lo e “tentar” salvar as vítimas no mundo dos sonhos.

A história é ótimo e tem vários desdobramentos, chegando a incluir o mesmo sistema de proteção já visto no 2 de James com Mary, só que em de The room você vai ter que proteger a vizinha de Henry, Eilean. O final é pico em uma corrida contra o tempo contra um inimigo imortal.

Com certeza é um game histórico, perde um pouco na mobilidade dos combates via PC mas é algo que a conversão de Playstation para Pc sempre fica devendo. O nível de dificuldade na segunda parte do jogo é bem grande ainda no nível normal, pois seu life é curto, você tem proteger uma Eilean com a perna imobilizada pelo mundo dos sonhos, com fantasmas te perseguindo e um Walter Sullivan atirando para todo o lado. E como eu disse ele não morre. Quando você volta para o quarto, se você fez um besteira (que eu não vou revelar, pois todo mundo deve acabar fazendo) o quarto no mundo “real” também está amaldiçoada, tendo que ficar coletando velas sagrada para deixa-lo dócil. Muito bom!

Nota: 9

silent hill origins Silent Hill – Origins

Esse foi um pouco decepcionante, pois toda a evolução de jogabilidade do The Room, nessa prequel vai pro espaço e eles voltam para o bom e velho sistema da trilogia clássica, mas quando comparado com esta  sempre perde.  Vamos ver:

SUSTOS:

Silent hill e 2 – Não tem nada que supere esse dois em matéria de sustos, o primeiro é algo totalmente angustiante. O segundo tem mais clima do que sustos, mas quando aparecem e pra te fazer gritar.

Silent 3 – não tem sustos, mas em compensação tem um zilhão de monstros grotescos em que você tem que ficar correndo.

The Room – Tem bons sustos graças as inovações que saíam da fórmula conhecida. Pois esse é o problema da fórmula, quem joga todos começa a prever as coisas. “Vai sair monstro do quarto agora” e sai. é o que acontece em Origins.

DIFICULDADE:

Silent Hill – Como eu disse antes… É ALGO TOTALMENTE ANGUSTIANTE, principalmente ele perdendo fôlego enquanto corre pelo inferno.

Silent Hill 2 – Se você for bem frio, não entrar na história e tentar a salvar a Mary, você a arma mais poderosa de Silent Hill: Um pedaço de madeira! Sério, James mata qualquer coisa com aquele pedaço de madeira. Então ele não chega ao ponto de ser angustiante.

Silent Hill 3 – Tem uma hora que você pede arrego, pois vem muita coisa grande pra cima da pequena Heather, The room eu já exemplifiquei como a segunda parte é foda. Origins tem poucas partes com muitos inimigos, você consegue supor o que vai acontecer e todo chefe você mata do mesmo jeito. Então ele é fácil para quem jogou os outros.

HISTÓRIA

Silent Hill – Você perdeu sua filha…TOTALMENTE ANGUSTIANTE

Silent Hill 2 – É a história mais dark, mais bem construída, mais psicológica e no final… pasmem, você é o bandido! kkkkkk Por isso é o meu preferido.

Silent Hill 3 – Já comentei que é bem fraquinha, basicamente um complemento do primeiro. The room, puta história boa também. Origins faz propaganda de Nestle, mas entrega Garoto o que ainda é bom, mas você vai querendo saber mais sobre o que aconteceu com Alessa e descobre muito pouco além do que já sabia e tem mais informação sobre Travis.

Travis Gladis é um caminhoneiro que vai cortar caminho na estrada por Silent Hill.. Alias que ideia genial, provavelmente ele encontrou essa placa:

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Mas ainda acho que iria para Racoon City, que os finais costumam ser felizes e a Jill Valentine é uma gata… enfim, continuando Travis corta caminho por silent hill e adivinhem? Ele quase atropela uma garotinha, que o conduz até uma casa em chamas onde ele salva uma garota totalmente carbonizada. Alessa. O game se passa alguns anos antes do primeiro, não é mencionada uma data específica mas por volta de meados de 1986/87. Você acha que a partir daí você vai descobrir coisas sobre Alessa e a Ordem, mas não você segue Travis pelo labirinto do passado dele com uma mãe louca e um pai que se matou, pois ele já esteve na cidade mas não lembrava disso. Até encontra os personagens de Dhalia, Kauffman e Lisa durante o jogo, mas não interage diretamente com a história de Alessa a não ser no final. Poxa dava pra fazer uma história bem melhor, mas foram para o tradicional.

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No final é um bom jogo, mas só se você for fã da série para entender tudo e achar mais divertido do que realmente é.

NOta: 6

Agora faltam jogar Silent Hill Homecoming que é para PS3, minha aquisição do Natal (ou seja mais resenhas de jogos brevemente), Shattered Memories que sinceramente não empolga mas a gente vai na ordem. E Downpour que sai em março do ano que vem, a tentação para furar a ordem.

Ano que vem tem a última parte. abraço.

P.S. Origins também não tem uma coisa que The room teve, o compositor oficial Akira Yamaoka. Uma amostra da trilha criada para o jogo, interpretada por Mary Elisabeth McGlynn em montagem beeeem estilizada.

P.S.S Pra quem não conhce essa é a Jill Valentine, do Resident Evil… com certeza iria para Racoon City

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segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

O CAVALEIRO DAS TREVAS RESSURGE - TRAILER

Eu queria falar algo profundo. Mas nada é melhor que UAAAAAAAAUUUUU!!!!!




domingo, 13 de novembro de 2011

Ano ecleticamente… musical

 

Apesar de nascer em 80, passar pelos anos 90 com seu grunge, radioheads e red hots da vida eu não sou uma pessoa musical. Há vários lapsos na minha educação musical, e sempre preferi me concentrar mais na literatura e cinema. Entretanto eu devo confessar que esse ano estou excessivamente musical, talvez porque duas das minhas bandas de formação lançaram novos álbuns, minha banda preferida foi remasterizada e eu conheci ver boa parte do rock in rio via Televisão. Sem contar que digitar notas fiscais no serviço é bem chato e é necessário algum outro estimulo sensorial (prazeroso) para não enlouquecer.

Ainda não me considero uma pessoa musical, mas vamos tentando e posso dizer que no auge dos meus 24 anos creio que comecei tardiamente a escutar álbuns direito. Então vamos ao que eu mais gostei até agora.

LAS MUJERES (adoro vocais femininos)

Caro EmeraldDeleted Scenes from the Cutting Room (importado).Caro_Emerald - deleted scenes

Essa artista holandesa já emplacou cinco singles lá fora (Back it Up, Riviera Life, That Man, Stuck e A Night like this)  e aqui no Brasil não tem distribuidora nacional ainda e basicamente só passa na Antena 1!!!!! O cd de 2009 e o fato de ter tantos hits na Europa é porque o cd é ótimo, do começo ao fim é irrepreensível.

Caro se encaixaria no jazz, mas a música da holandesa mistura um monte de ritmos que inclui a nossa bossa nova, um pouco de rap e palavras inventadas, creio que a melhor analogia é que jazz de Caro é o mais dançante que eu já escutei.

Alias, ela escapa ela é um sucesso realmente “acidental”, que é o melhor alias, pois este é o cd de estreia, visualmente ela não tem o estereótipo de beleza atual e ela já passou da casa do trinta também. Mas eu pessoalmente acho ela uma gracinha, veja abaixo o ao vivo de Riviera Life, que na minha singelíssima opinião tem ritmo brazuca:

 

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Saindo da completa desconhecida em terrinhas nacionais, vamos a mais conhecida do ano, que alias é um prêmio merecido pois este álbum ficou bem melhor que o anterior 19 (há fãs de ambos, mas eu prefiro o tom épico deste) e se você não conhece a artista ainda, sim os álbuns são referências a idade da cantora que hoje tem completar 23 anos e com uma voz poderosíssima.

Eu diria que ela está mais ligada ao blues e o poder de suas músicas além da voz, são as letras doloridas que combinam com a harmonia do cd que é algo para se escutar quando se está feliz para não ter um ataque de depressão.

Em resumo, em um mundo musical mais visual com Lady Gaga, Katy Perry, Beyonce, Rihana entre outras, é muito bom escutar vozes realmente potentes que não sejam no American idol. Não que eu tenha algo contra as mencionadas mas o Girl Theatre não me atrai fora dos clipes. Então segue mais um ao vivo, para sua apreciação:

 

COISAS ESTRANHAS PRA CAC… (quando você sai procurando coisas diferentes… você encontra)

Janelle MonáeArchandroidARCHANDROID_COVER

Janelle me lembra um pouco o Michael Jackson novinho e com topete, sua música é bem ligada ao R&B e Funk (o do bem!), e Archandroid é a continuação de seu primeiro álbum que foi um lançamento independente pela Internet chamado Metrópolis: Suite I The Chase, que devo confessar que ainda não escutei, enfim… o álbum fez muito sucesso que foi relançado por um selo independente e três anos depois Archandroid sai como primeiro álbum de estúdio compreendendo a Suite II E III do projeto de Monáe.

No plano original os álbuns da cantora serão 4 suites conceituais enfocando em uma mesma personagem: Cindi Mayweather, agora vista como uma messias por uma sociedade robótica (?)… bem vocês sabem que todo álbum conceitual tem uma historinha por trás, mas você pode escutar sem problemas ao pensar isso, entretanto nós percebemos claramente que há dois bichos distintos dentro  do cd.

Da música 1 até a décima, temos uma introdução e um ritmo ótimo em várias músicas dançantes e complementares sendo o ápice um agudo longuíssimo em Come Alive (War of Roses), depois o cd fica beeeeeem estranho com músicas bem experimentais como Wondaland.

 

CocoRosie Grey Oceans (IMPORTADO)cocorosie-grey-oceans

Mas nada supera essas duas irmãs (será?) em termos de bizarrice. Tudo começou quando descobri que um gênero novo se desenvolvia nos States chamado “Freak folk”, na verdade um gênero da década de 60 que começou a se popularizar agora e a CocoRosie seria o expoente máximo dessa onda bem underground.

Dá pra entender porque é underground, as letras belíssimas se misturam a uma atmosfera sonora bem peculiar, pra não dizer aterrorizante, e há vários tipos de som como harpas, xilofones e  devo dizer que apesar do susto inicial os cd’s da dupla são bem construído e o som é envolvente.

Mas é bizarro, recomendo o último nas faixas Lemonade, Gallows, Trinity’s Crying entre outras. Alias eu acho que isso chega bem perto do Girls Theather também.

AS BANDAS DOS ANOS 2000 (ou adolescência revisitada)

Mas ele não é roqueiro? as pessoas se perguntam… sim! Mas também gosto de coisas diferente, mas vamos voltar ao terreno conhecido. O primeiro cd que tive foi em 2003 e partir daí me afixionei em duas bandas do novo milênio e você deve pensar que há muitas outras coisas legais por aí como Muse, Artic Monkeys, Arcade Fire entre outros mas o fato é que Evanescence e Coldplay tem lugares distintos no meu coração, e ambos lançaram novos cd’s esse ano.

EvanescenceEvanescenceevanescence - evanescence 2011 deluxe edition

O terceiro álbum do Evanescence (ou Amy Lee) é o álbum com o som mais pesado e menos adornado do grupo. Fallen é uma mistura perfeita entre o gótico do Bauhaus, a voz lírica do Melodic Metal, a modernidade do Nu Metal e o pop reinante. Eu acho excelente tanto em termos artísticos, quanto em termos comerciais.

Eu gosto muito do segundo álbum, The Open Door, porque houve maiores riscos musicais no todo, o começo estranho de Sweet Sacrifice, a ópera em Lacrymosa, a estranheza de Lost Cloud e o fim cândido em Good Enough. Esse é um álbum talvez até mais autoral,e então não foi nada comercial… parece que com a terceira empreitada toda a experimentação foi aberta para fazer algo mais “normal”, mas talvez mais ligada ao Bauhaus mesmo.

As letras continuam sendo torturosas, som está mais pesado e Amy Lee no vocal é um show, entretanto ele é redondinho, redondinho… legal, mas ainda procurando uma reinvenção que eu não sei se é necessária. Acho que a banda ainda tem mais potencial. O destaque é para Oceans, Lost in Paradise e The Otherside.

Coldplay Mylo Xylotocoldplay - mylo xyloto

E eis que ao contrario do Evanescence o Coldplay sempre manteve no mesmo caminho ate mesmo de A rush of Blood para X&Y é uma evolução lógica ao que já estava sendo feito. O Som assim como os últimos dois álbuns é épico, mas com ecos do minimalismo de Parachutes como em Major Minus.

Mas o que faltava na discografia do Coldplay é um álbum conceitual, e por mais que perto de outros clássicos como The Wall, Ok. Computer e o Archandroid acima ele não pareça, eu acho que há uma historinha bem clara e romântica nas três partes que o cd se constrói. Talvez até vire filme…

Enfim, é cd muito interessante mas ainda abaixo do A rush of Blood e Viva La Vida, seu tom épico é menor que o último e sinceramente não entendo a parceria com a Rihana na décima música. Não tem anda a ver! Os destaques ficam Us Against the World, Major Minus, EveryTear Drop is a Waterfall.

RELEMBRANDO THE CLASSICS

PINK FLOYD Animals (1977)pink_floyd_animals3

O Pinky Floyd inteiro foi remasterizado a pouco. Viva aos nerds roqueiros que cultuam o rock progressivo. Na verdade eu queria colocar todos os álbuns aqui pois desde the Astronomy Domine com Syd Barret em Piper at Gates of Dawn, até a última faixa de Division Bell, que é nada mais que High hopes, o Pink é uma banda perfeita que conseguiu até trocar o símbolo da banda sem perder a imagem de banda psicodélica.

Mas sendo objetivo queria falar do álbum do meio da carreira que é excelente também, mas costuma não ser lembrado pois está entre dois popularmente mais emblemáticos: Wish you were here e The wall.

Mas dentro das costruções sobre a loucura alienação destes dois álbuns ha esse elemento humano e crítico que há nas cinco músicas deste álbum, que é o mais “difícil” de escutar pois três de suas músicas ultrapassam os dez minutos. Então os 17 minutos perfeitamente executados de Dogs são inesquecíveis mas para se escutar como se bebe um uísque.

System of a Down - Toxicitysystem of a down - toxicity

E o rock in Rio trouxe mais coisas do que a troca de vestidos de Katy Perry, a barriga da Shakira, minha irritação com o Guns n’Roses e minha surpresa com Slipknot. Eu lembrei que eu gosto muito de System, mas na minha época de Adolescente espinhento era legal ficar balançando a cabeça feito um idiota mas assim como alguns livros infantis, só mais tarde e velho, tem se a noção do que estava sendo dito.

System é engraçado: É.

System é pesado: É

System é um som de lunáticos no manicômio: É.

Mas System também é uma banda de Heavy Metal que mistura uma porrada de gêneros em letras geniais. O álbum Toxicity é o mais bem acabado do começo ao fim. somente a música de abertura já é um soco no estomago:

(Following the rights movements/ You clamped on with your iron fists,/ Drugs became conveniently/ Available for all the kids… - I buy my crack, my smack, my bitch,/right here in Hollywood,)

(Trilhando o caminho certo você prendeu com seus punhos de ferro, Drogas tornaram-se convenientemente disponíveis para todas as crianças…. - Eu compro meu crack, minha heroína, minha puta aqui mesmo em Hollywood)

Depois vamos por passeio por toda a irreverência do grupo de descendentes armênios, com as clássicas Toxicity, Aerials, Chop Suey, Deer DANCE, Psycho, na verdade todas.

Um álbum definitivo. Abertura no rock in rio com Prison Song:

domingo, 6 de novembro de 2011

Pele que Habito, A – Pedro Almodóvar

 

a-pele-que-habito-2317 Sim, estou meio desaparecido, mas o meio do ano não instiga a criticar filmes espero retomar o bom ritmo nesse final.

Depois do fantástico Meia-Noite em Paris, da nova (nova) ressureição de Terrence Mallick como o ópio de Árvore da Vida e minha decepção com a Melancolia previsível de Lars VonTrier (que o mundo parece ter gostado), a duvida do ano era Pedro Almodóvar que em situação mais limite fez o mundo se dividir com o filme ao lado. Isso muito me lembra a estréia de Vicky Cristina Barcelona, em que o mundo pareceu entrar em consonância ao concordar que o pequeno Woody tinha virado Almodóvar.

Com distância e sabedoria que o tempo nos dá, Vicky não tem nada a ver com o diretor espanhol e muito mais com o nova iorquino mesmo, e como um deja vu a isso muita gente vai dizer que Pele que Habito não parece um filme do Almodóvar.  Mas tentando nos antecipar ao tempo, esse provavelmente é um dos filmes mais normais do espanhol, na parte estética, mas com um dos temas mais almodovarianos de todos os tempos.

Pele que Habito, é uma adaptação do romance Tarântula de Thierry Jonquet, que a princípio foi descrito como o primeiro trabalho de terror do espanhol, entretanto Além da Vida também assim o fora descrito no começo, fato é que esses diretores acabam sempre fazendo um híbrido dos gêneros com a própria característica que os marcaram. Nesse ponto devemos começara ver o filme na verdade como um suspense e por isso mesmo eu estou enrolando um pouco para começar a falar pois a história é muito simples e um dos segredos do bom suspense é que você saiba pouco sobre a história em si como explicou o mestre Hitchcock com o Psicose..

Numa casa afastada da população um cirurgião plástico dá uma palestra sobre o transplante de rostos numa universidade, e em sua casa a empregada alimenta uma prisioneira que veste um colante e faz ioga, enquanto espera passivamente a volta de seu algoz: O cirurgião interpretado por Antônio Bandeiras. Por que essa situação insólita? quem é essa mulher de nome Vera? Só há uma dica que é dada desde o início, ela se parece absurdamente com a falecida esposa do neurocirurgião. Acho que até já falei demais, mas esse é o fino tecido em que o filme se desenvolve: Há crimes do passado, sexo, personagens insólitos como o tigrinho (risos) e uma história que em certo momento parece uma coisa de ficção científica (transplantes de rostos eu só vi Naked Face do John Woo) e consegue ficar ainda mais estranha.

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No ponto do gênero o que eu quis dizer acima é que não é um filme de terror, pois não dá para se assustar em nenhum momento, nem mesmo há coisas grotescas na tela com esse intuito. No ponto do suspense também não tem nada que inspire a tensão, a reviravolta é bem orquestrada mas não chega a ser totalmente surpreendente, entretanto sempre conspira a favor é que todos os elementos do cineasta espanhol encaixam bem nesse história o misto de humor e drama, a estranheza das situações que é tratada com naturalidade, o relacionamento estranho desenvolvido que é verossímil, a belíssima  fotografia em cada frame e o eterno questionamento sobre a sexualidade humana nas entrelinhas, o que permite ver o filme como um alegoria também.

Se o filme tem uma falha mesmo não é ignorar o suspense que tinha sido prometido, mas sim em seu final não aprofundar a história em certos pontos, nesse ponto a história nunca se complica  ao extremo e posso até pensar que esse é um filme até mais light que os demais do cineasta. Mas sair do cinema querendo mais depois de 135 minutos de filme, e não notar o tempo decorrido, é coisa de mestre.

NOTA: 9/10

domingo, 11 de setembro de 2011

FESTIVAL DE VENEZA 2011

 

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Ontem foi anunciado os vencedores do festival de Veneza e para grande surpresa o filme de Roman Polanski aclamadíssimo desde de sua exibição, Carnage, foi totalmente esnobado pelo não menos importante diretor russo Aleksnadr Sokurov com FAUST que arrematou o Leão de Ouro na tarde de ontem.

Faust é o encerramento de uma tetralogia iniciada no final dos anos 90 com Molloch, Taurus e O sol. São filmes históricos que tentam captar por outros ângulos as personalidades importantes do século 20, mais especificamente do começo do século 20. Molloch se centra em Eva Braun e Hitler no inverno 1942, e no relacionamento entre os dois sem tocar na guerra diretamente. Taurus é a reconstituição das últimas horas de isolamento de Lenin e O sol se centra no final da guerra e as decisões do Império Japonês em seus últimos dias. Interessante é notar que Sokurov fez três filmes históricos mas encerra a trilogia com uma adaptação da clássica obra de Goethe.

 

Durante os dias do festival os chineses foram mal vistos, mas na reta final eis que o júri concede o Leão de prata a direção de Cai Shagjun com seu filme político-social Ren Shan Ren Hai. Bem diferente de qualquer coisa que já povo chinês, esse filme tem uma carga naturalista bem interessante e parece que foi exibido sem o aval da censura o que na china pode ser um problema… lembram o que aconteceu esse ano com Ai Wei Wei?

A Copa Volpi feminina foi o prêmio mais fácil de adivinhar, concedido a outro filme chinês “Tao Jie” (Uma vida Simples), pela interpretação de Deanie Ip como uma senhora idosa que foi babá a vida inteira e reencontra após muitos anos uma de suas criança já crescida.

Agora o prêmio de melhor ator foi concorridíssimo e foi concedido a estrela em Ascenção de Michael Fassbender por sua interpretação em Shame, sobre um homem viciado em sexo e solidão. Interessante é que fassbender concorria contra si mesmo no novo filme (esnobadíssimo) de David Cronenberg.

O prêmio de roteiro ficou com o grego Alps, um filme que por unanimidade foi taxado como “muito estranho”.

Terraferna , filme italiano que aborda a imigração na Itália, ganhou ainda um prêmio de melhor filme da crítica, A nova adaptação de O morro dos ventos Uivantes recebeu o prêmio técnico pela fotografia e o Prêmio Marcelo Mastroianni para novos talentos foi para o japonês Himizu.

Quem ficou de mãos abanando mas possivelmente veremos na corrida do ouro que inicia no mundo inteiro em Dezembro foram: Carnage filme de Polanski, filmado em tempo real sobre um desentendimento entre dois casais durante um jantar. Parece chato? Acho que deve ser no mínimo engraçado.

- A Dangerous Method de David Cronenberg que fugindo um pouco do estilo do diretor cria um filme de época que foca no encontra entre Freud (Viggo Mortensen) e Jung (Michael Fassbender) e o início da psicanálise, assim como o envolvimento de Jung com sua paciente (Keira Knightley).

- Killer Joe traz William Friedkin (O exorcista, Operação França) em boa forma novamente juntando o velho oeste com assassinos profissionais a la martin Scorsese.

- Texas Killing fields da Filha de Michael Mann, Ami Canaan Mann, pode vir a se tornar um clássico cult do policial:

E o filme de George Clooney Tudo pelo Poder faz um panorama interessante da poder político partidário nos Eua de hoje: