terça-feira, 20 de janeiro de 2009

A Vida não é medida em minutos, mas em Momentos.

Estamos em um dos raros acontecimentos em que a versão brasileira é realmente muito boa ("life can only be understood backward, it must be lived forward") e fecha o parênteses, e também é uma das raros momentos que vi dois filmaços em seguida: O Curioso caso de Benjamin Button e A Troca.
Benjamin narra a fantástica história de uma pessoa que nasceu com 80 anos e foi rejuvenescendo até a morte como um bebê, parece algo de Tim Burton, mas o diretor na verdade é David Fincher (Clube da luta; Seven, Zodíaco), que, aliás, é uma completa renovação na estilística do diretor por não deixar a narrativa densa e impactante e sim, por fazer algo mais próximo de um conto de fadas melancólico.
A grande jornada do personagem de Brad Pitt, está em aparentar sempre algo que não é por dentro, isso não gera uma jornada psicológica de alta carga dimensional, ao contrário o ponto forte do filme está nas imagens, belamente fotografadas, de quase um século revisitado por um homem que teve a mais comum das vidas ainda que de uma maneira peculiar. Um ponto acertado foi sincronizar o evento fantástico, com outras peculiaridades dos personagens: Um homem que foi atingido sete vezes por um raio, um relojoeiro cego que construi um relógio que voltava para trás, uma mulher que nadou por 36 horas, beija-flores em alto mar, os seis graus de separações, e a lista de mistério da história é imensa o que faz o fato de um homem envelhecer ao contrário um mero detalhe à celebração da vida proposta, é como o velho diz em dado momento "nunca fiz nada muito genial, mas Deus vive me lembrando que devo dar valor a vida" ou algo do tipo, pois não sou bom para guardar citações.
A história de Benjamin atravessa uma infância imolada pelo corpo doente em um asilo de velhos, em que a morte visita com uma predominância assustadora, cruza com a guerra, descobre a vida, o amor, a dor e termina envolvendo com o grande amor de sua vida, Cate Blanchet, não digo o que acontece a partir daí para não estragar surpresa de quem não assistiu, mas minha mãe chorou como um bebê, pois apesar do destino ser trágico se podemos tirar uma mensagem única do filme é a de que não importa como sua vida está, pode-se sempre mudar de direção, seja para frente ou para trás, de um lado ou para outro em busca de se aproveitar o máximo desta.
As coisas sempre conspiram para uma resolução, se há um momento mais auto-explicativo é a cena em que ele narra todo o processo que leva o atropelamento de Daisy (Cate Blanchett), as casualidades que conspiram para isso não podem ser detidas, muitas vezes percebidas, nesse sentido podemos ver a Vida de Benjamin podia estar ligada de alguma maneira com o relógio que andava para trás, assim como o desastre em Nova Orleans no tempo presente não pode ser evitado, apesar de em muitos pontos do filme ele parece que não vai acontecer, enfim... nunca sabemos o que vai acontecer e o mundo é mágico no final.
Agora caindo de cara na realidade temos o filme do meu herói. Sim eu adoro o Clint, seja nos faroestes, e principalmente na direção. Neste filme ele faz aquilo que ele faz melhor, que é ultrapassar o gênero em algo indescritível, podemos classificar como um drama intenso, um policial clássico ou, vulgarmente, como um filme de mulher, mas é simplesmente um filme do Clint.
A troca é basicamente um filme sobre o desaparecimento de uma criança nos anos 30, e a posterior briga e desespero de uma mãe para reencontrar a criança, seria bem simples, mas tudo se complica quando a polícia de Los Angeles traz o menino de volta e simplesmente não é filho de Angelina Jolie. Essa trama não se abre para um melodrama chato, e sim para um drama complexamente delicioso. A polícia de Los Angeles é corrupta e violenta, Angelina interpreta uma mãe intrépida que está a frente de seu tempo e não é uma mocinha comportada, e sim uma mulher forte que não tem medo de confrontar o mundo que a cerca, lógico que isso vai conflitar e Angelina logo se vê em um sanatório para ser reeducada. Até aí nós temos um drama, mas a parte policial não é esquecida e um incidente do acaso começa e clarear o que poderá ter acontecido com o filho de Christine e é aterrorizante.
Particularmente a cena da confissão intercalada com flashes é de uma força extraordinária, dificilmente alguém não se choca com a intensidade do relato.
Quando a balança começa a mudar de lado e o assassino é finalmente encontrado, o filme começa a insinuar que aquela pode não ser a verdade e seu final esperançoso, ainda que posso ser uma falsa esperança, nos deixa mais leves ao sair da projeção, ainda há esperança quando tudo parece estar no fim? Sim é possível que o destino de Walter Collins tenha sido diferente e é isto que impulsiona a personagem no final. Incrível.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

O NEVOEIRO

Estava aqui pensando com meus botões tudo que assisti durante o ano para fazer um balanço cinematográfico. dentre as coisas mais interessantes que vi estão o Batman, Medos públicos (eu sei que o filme é do ano retrasado, mas calhou de eu assitir em 2008, alias quem quiser pode ir no Hsbc Belas artes que ainda está passando... uma tentativa de quebrar o recorde mundil..enfim...), o Wall-E, Ensaio sobre a cegueira, e vários outros a final posso dizer que o ano de 2008 teve mais filmes bons do que ruins, ocupando a última colocação o Particulas Elementares (o quê? nunca ouviu falar? é alemão e fala sobre sexo: deprimente). E o filme incrivelmente o filme que dá título a resenha foi uma das grandes surpresas na sala de projeção, ou melhor dizendo foi a melhor surpresa do ano.
Se você é fã do cinema de ação, do terror cheio de fetios especiais e muito sangue escatológico derramando de corpos esbeltos, você provavelmente vai odiar o filme assim como muitos, se você gosta de uma obra inteligente e bem construída dê uma chance já que ele saiu para locação. Estamos falando de um filme B em pleno século 21! Quem assistia esses filmes em viradas de noite, ou especiais (ataque do filme b) vai se deliciar ao mesmo tempo que vai se incomodar.Um dos pontos altos é a difícil classificação desse filme, claramente uma história de terror, mas com uma carga de drama moral assutadora (desculpe o trocadilho). fato é que eu ainda não decidi se a intenção era fazer um filme que homenageasse o gênero, ou se foi um acidente de falta de verba, mas ele vai entrar, quando for descoberto, para o hall dos melhores filmes b de todos os tempos, que honra não?
Chega de enrolação. A história se passsa em uma cidadezinha no interior dos EUA, Thomas Jane vive um homem que fica preso em um shopping com seu filho quando um nevoeiro estranho desce na cidade. lógico que no nevoeiro haverá alguma coisa horrível que mata as pessoas, é um conto de Stephen King, já estragando a surpresa são insetos gigantes que estão ali para trucidar todo mundo, mas essa não é a espinha dorsal do longa, e sim o conflito que se estabelece entre as diferentes pessoas envolvidas na situação, o shopping se torna palco de uma análise naturalista sobre a caos social. Até aí teríamos um filme comum, com alguma mensagem humanitária e doses de sustos, só que o ingrediente divino do filme está na figura de Marcia Gay Harden, que é uma completa fanática religiosa no meio das pessoas, acusando o Juízo Final para toda a cidadezinha, o que se torna um vespeiro que é cada vez mais insurpotável e incomoda o espectador. Não demora muito e os sobreviventes estão divididos entre a profeta Marcia e um grupo de céticos que procura uma explicação racional liderados por Jane.
Um palco desse mere um desfecho digno, e o desfecho de O Nevoeiro é a melhor conclusão que poderia ter, extreamente pertubadora e com muitas margens para interpretação, quando você pensa que acabou ele continua até chegar ao fundo do poço, e lá não sobrará nem céticos, nem fiéis, estão todos condenados. Muito bom, e o que me leva a questão de porquê os filmes de Frank Darabont só são descobertos ne telinha, mas eu vou dormir que isso sim é complexo.

sábado, 10 de janeiro de 2009

CLÁSSICOS: GRITOS E SUSSUROS (1972)

Uma mulher em meio a um quarto todo avermelhado, onde os relógio marcam o tempo como uma ampulheta, acorda em meio a agonia e dor para tomar um copo da água. Essa simples cena é encenada em cinco minutos que parecem poucos segundos, tamanha a precisão do diretor em retratar a angústia. Este é Ingmar Bergman um diretor de teatro que pode ter sido o maior cineasta europeu, todos os seus filmes podem ser classificados ou como melodramas duros ou comédias de costumes, em Gritos e Sussuros que já tem como prólogo uma cena tão forte e impactante, seria fácil perder o rumo e criar somente mais uma história de melancolia, mas ele leva o espectador até o fundo do espectro da morte e da hipocrisia familiar em, pouco menos de uma hora.
Quatro mulheres estão reunidas em uma mansão, a noite será fatídica, o acontecimento é a enfermidade da proprietária (Harriet Anderson), a um passo da morte, ela é ajudada pelas duas irmãs e pela fiel empregada com quem tem um vínculo sentimental. A doença, provavelmente câncer, é incurável e estamos acompanhando suas últimas horas, a partir daí ela é vista por cada uma das irmãs de maneira diferente. Liv Ullman interpreta a mais fútil e sensual, sua história está ligada a um caso de adultério que delineia sua personalidade. Ingrid Thulin, sendo a mais séria e dominada pelo marido, sua história esconde no silêncio e na repressão uma conclusão explosiva e pertubadora e finalmente quando ela, em outra cena sublime, sucumbe a doença. Kario Sylwan, a interprete da empregada, a traz de volta de mortos como um espelho da falsidade familiar presente até então.
Um filme onde o cenário é o espaço interior dos personagens, e que leva a tensão até os seus minutos finais, não menos irônicos.

PREVIEW 2009

Após ler bastante e pesquisar creio que teremos um ano bem chato no cinema, vamos as minhas opiniões sobre os filmes mais aguardados, a começar pelos oscarizáveis dos próximos dias:
Curioso Caso de Benjamin Button: Parece um filme extraordinário, aguardem a próxima semana para a crítica.
A troca: Não sei se faço crítica desse mas sou tiete do Clint, creio que nos últimos anos nunca vi algo ruim dele.
Gran Torino: Idem. Parece mais interessante que o de cima.
Frost/Nixon: Eu não gosto do Ron Howard, mas vamos ver para saber.
Milk: Se for tão engraçado e profundo quanto o trailer. . .
Salve Geral! - Filme de Sergio Resende sobre o dia em que o PCC paralizou a cidade, considerando que o argumento vai se centrar em uma das mães que participaram da operação me parece bem fraco.
X-men Origins:Wolverine - Faço a previsão de que faturará muuuuuuuuuuuuuito, o trailer está muito mais interessante que os filmes. Contudo ainda acho que os X-men deveriam ser levados mais a sério por Hollywood e vai ficar bem abaixo do quadrinho.
Terminator 4 - Diversão.
Transformaers 2 - diversão
Watchmen- Se a Warner e a Fox não arrebentarem o traballho do Zack, podemos ter uma grande história nas telas.
Star Trek - Jornada nas estrelas foi do status de cult a ultrapassado, esse filme vai devolver o sentimento de aventura que existia na geração de 60. E a série simplesmente não morrrrrrre!!!!
Imaginarium of Doutor Parnasus - Temos a última atuação de Heath Ledger (de novo!!!) e é do Terry Gilliam, precisa mais para ser um sucesso independete da qualidade? Mas é Gilliam, ao menos esquisito será.
Inglorius Basterds - E não é que vai sair!!!!!!!!!!! U-HU! Quentin! Quentin! Quentin!
Green Zone - O primeiro filme sério sobre o Iraque. Paul Greengass.
The Human Factor - Clint Eatswood, Morgan Freeman retratando Nelson Mandela logo após apartheid. Lá vem mais clássico do Clint.
I love you Philip Moris - Jim Carrey está apaixonado por seu companheiro de cela Ewan McGregor. Não é comédia.
The lovely Bones - Uma menina assassinada acompanha o pai no pós-vida. Peter jackson.

Para as produções européias, é um pouco mais difícil acompnhar, ams vamos tentar fazer algo de preview futuramente.

CONTEMPORÂNEO: Gomorra e maldição do neo-neo-realismo chato.

Gomorra é uma vítima da maldição do multiplot e do master-mega-neo-realismo que foi implementado no final de década de 90. Explicação 1 ! O que é multiplot? é uma tendência do cinema contemporâneo em quebrar a história em vários fios narrativos, o que é muito legal quando bem executado, pois dá uma panorama maior do contexto global. Exemplos bem-sucedidos: Traffic, Babel, Amores Perros, 21 Grams, Crash, entre muitos outros. Quando as coisas não são bem encaixadas dá Gomorra.Explicação 2: O que é master-mega-neo-realismo? Esse é uma piada minha, em que a abstração plástica de artistas como Quentin Tarantino, fez a contra-reação de filmes que tentam filmar com maior realidade possível histórias cotidianas, os exemplos acima valem, e incluem o suspense político que voltou a todo vapor nos últimos anos, a trilogia Bourne, os filmes de terror escatológicos que saem direto em dvd, e alguns super-heróis que ficam mais preocupados coma verrosimilhança do que seguir o original dos quadrinhos. é uma tendência da contemporaniedade e abrange TODAS as artes.
Passado as pequenas explicações , vamos ao filme: É um filme sobre a máfia de Camorra! Isso não é mencionado a não ser no final, mas os mais experientes na linguagem cinematográfica sabem que estão assistindo um filme de máfia, os demais vão ficar perdidos se não lerem algo antes. O mais interessante é que algo extremamente atual, de uma organização criminosa italiana que tem grande influência no mundo atual, e tem o prazer de ser discreta. O funcionamento da máquina camorrina, é demonstrado em, pelo que eu contei, 5 histórias diferentes mas podem ser mais se eu perdi alguma coisa: Dois moleques roubam um carregamento de armas, um alfaiate é contratado para lecionar para chineses, dois homens acompanham a entrada ilegal de lixo tóxico no país, uma mulher decide ficar em zona inimiga tendo o filho se aliado ao outro lado da facção, um senhor passa o dia distribuindo "mensalinhos" (não resisti) para personagens secundários e um menino quer virar bad boy a todo custo (opa! seis). Parece muito bom, mas o desenvolvimento não é.
A primeira cena muito bem orquestrada mostra um assassinato em uma saúna, digno de Martin Scorsese, depois o ritmo caí muito, pois o estilo de filmagem de Matio Garreo é muito cru, não deixa emoção alguma para as histórias, e não chega a ser jornalístico, parece algo mais arrastado e como estamos contado muitas histórias distintas, em muitas horas você fica perdido ou esquece que tem uma história que ainda não foi concluída, então depois de 120 minutos temos um festival de morte e tiros instantâneos nos últimos 15 minutos que encerra todas as histórias, que de tão cru, também não despertam emoção alguma... Quando José Padilha fez o Onibus 174, ele provou que um documentário pode ser emocionante e crítico ao mesmo tempo, Gomorra é a contramão. Ele é chato, as histórias dos meninos e do alfaiate são o que o filme tem de mais interessante e previsível ao mesmo tempo, apesar disso, são as mais bem construídas. O mundo é mal, já sabemos disso!

CLÁSSICOS: 8 1/2 (1963)



Fellini em 1963 tinha conseguido todas as glórias como diretor, já havia superado Rosselini, De Sica, assim como o Neo-realismo Italiano, e era muito mais popular que qualquer um dos citados, seu filme mais emblemático seria e é, até hoje, La dolce Vitta, e obviamente ele entrou em crise existencial.
Quando não há mais nada a conquistar o que fazer? Talvez tenha sido a questão que mais infernizou sua cabeça naqueles tempos, e sua resposta foi fazer um filme com base nessa crise o que resultou em um divisor de águas em sua carreira e no seu melhor filme. Seu oitavo filme, 8 1/2, em seu próprio título já reflete a brincadeira que ele levará adiante, atravessar o próprio conceito de filme, e tranformá-lo em algo indescritível. A trama é relativamente simples um diretor de cinema, interpretado por Marcello Mastroianni alter-ego de Fellini, encontra-se em uma crise artística e pessoal com seu próximo filme, perseguido pelo produtor, pela amante e pela mulher, ele perambula pela indústria cinematográfica enquanto prepara o filme, que pode ser uma comédia, um filme existencial, memorialístico e até mesmo um ficção científica! Isso não importa no mais, o filme que Marcello quer construir vai se constituindo nesse fio narrativo, em que a dimensão entre a realidade e os sonhos não é perceptível.
Grande parte da genialidade por trás da história encontra-se na visão metalingüística que ele fornece sobre a arte de fazer um filme. Em certa parte a personagem diz a Marcello que não gosta do chapéu que ele está usando, e na cena o chapéu magicamente desaparece. Podemos notar que as cenas que Marcello descreve ao produtor acontecem com eles a medida que a projeção avança. esse jogo metalinguístico que já se encontra difundido em demasia na cultura cinematográfica, aqui fora pioneiro e em certo ponto era hermético nos anos 60, o que lhe deu status de filme "difícil", mas na verdade em seus 140 minutos, ele é a coisa mais engraçada que Fellini já fez! A cena mais icônica é o harém de Marcello, repleto de todas as mulheres que passaram no filme. Quando uma revolta começa, Marcello empunha um chicote para conter "suas mulheres", isso, apesar de ser claramente chauvinista, é a psiquê do personagem, é encarada entre um misto de patético com heróico. Esta é um dentre outras cenas em que o sonho entra na realidade do filme que é a idéia de um outro filme. Entendeu? Não! Então assista, pois é realmente indescritível, é uma boneca russa que não acaba.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

O dia em que Keanu fez a terra parar

O Dia em que a Terra Parou é considerado um clássico da ficção científica. Robert Wise fez um filme com doses certas de suspense,com uma mensagem pacifista, que serviu de inspiração para todo filme que abordasse o assunto desde então.Já a nova versão 2008 abusa dos efeitos especiais e do drama para transmitir a mensagem alien.
Será que valeu a pena refilmar???
O filme de 1951 girava em torno de um Alien (Klaatu) e um super robô (Gort) que aterrisavam em Washington DC com uma mensagem e um aviso: O seres humanos deveriam aprender a viver em paz ou seriam exterminados para o bem dos outros planetas.O Alien era ferido, levado a um hospital, fugia, interagia com humanos sob disfarce para acumular informações sobre este planeta enquanto o robô aguardava a ordem final de destruição.
O filme teve duas indicações para o Golden Globe e levou o premio por "melhor filme que promove o entendimento internacional"(é sério). A outra indicação era para melhor partitura.
Então temos o filme Keanu de 2008 onde a mensagem é ecológica. Eles vêm salvar a Terra dos humanos malvados que estão destruindo o planeta.
Klaatu é mais direto, passa menos desapercebido e o grande robô (realmente grande)é a arma que vai "detonar os humanos".
Efeitos de primeira, Keanu é Keanu, claro, e tem Jaden Smith, filho de Will Smith, que, ou é um excelente ator ou um tremendo pirralho, ainda não decidi isso.
Esperava um filme mais introspectivo por isso minha opinião pode ser parcial.Gort virou acessório!
Valeu a pena refilmar? Não.
Acho que valeu a pena assistir por diversão. O original ainda me interessa mais.
Talvez se a mensagem de Klaatu tivesse mais a ver com uma certa guerra ativa no mundo teria cumprido um dever mais nobre.
No momento em que os supermercados ficam empurrando sacolas de pano aos consumidores a propaganda pró ecologia já está super saturada.
Mas é só uma opinião.....

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Hancock

Esqueça tudo o que voce ouviu sobre Hancock.
É um filme excelente. Os críticos disseram que o filme funcionava até certo ponto e então desandava.Mentira. Depois da parte diversão é que o filme começa. E é um filme digno de ser chamado de super herói.
Nosso herói Hancock tem passado, tem conflito, é marcado por uma vida de desequilibrios, sim pois para que seus poderes perdurem ele tem que desistir do que mais sente falta, a companhia de um igual.
Adorei a parte final , vibrei na cadeira, queira mais. É o máximo que se pode pedir de um filme.
Quero continuação!!!!

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

quantum of What????

pode não ser o titulo mais facil de ser pronunciado. mas certamente não será esquecido com facilidade

sábado, 27 de setembro de 2008

In Memoriam

Paul Leonard Newman (1925-2008)

Paul faleceu hoje em sua casa em Westport, Connecticut , USA
Seu último personagem foi a voz de Doc Hudson em Cars (2006)
Mas para mim ele sempre será Butch Cassidy em uma bicicleta ao som de "Raindrops Keepin' Falling in My Head" num dia ensolarado.
Vá em paz.

domingo, 14 de setembro de 2008

O PROCURADO OU PORQUE SER VEROSSÍMIL SE PODEMOS VIRAR TUDO DE PONTA CABEÇA



Olha! O filme é impressionante. Não do ponto de vista de que "nossa mudou minha vida", mas daquilo que você para a tela e fica abismado porque o que os personagens estão fazendo é totalmente impossível!!!!!!!!!! E POR ISSO É QUE É LEGAL!!!!!!Ele começa com um ser soturno visitando uma indiana, essa morre logo com uma bala no crânio, mas o mais legal é que ele vai correr e pular uma distância de 20 metros de um prédio a outro e matar três enquanto pula, e por fim o quarto, só que era uma armadilha! Ele fica exatamente na posição X demarcada no prédio para ser assassinado pelo vilão do outro lado da cidade, como uma bala que ele atirou de casa !!!!!!!! A partir daí em um texto corrosivo narrado pelo (anti)herói do título somos apresentados a sua vidinha patética contador, ele mesmo diz "eu sou perdedor que nem você aí". Logo o vilão chega nele, pois é um super-humano como o pai que foi assassinado que pode curvar balas no ar, ver as coisas em câmera lenta e fazer malabarismos com carros. Ele tem que se unir a Fraternidade de Assassinos que salva o mundo matando pessoal do mal, e é treinado pela exuberantemente linda Angelina Jolie, com várias tatuagens legais!!!!! A fraternidade é comandada pelo Morgan Freeman e e´essa parte do treinamento é particularmente engraçada. Vocês podem ver que eu não estou me atendo a nenhuma particularidade específica de obra cinematográfica porque simplesmente não tem nenhum truque mirabolante em construção, mas três coisas funcionam perfeitamente para dar a amplitude do filme. As sequências de ação (ação mesmo) são muito bem orquestradas, as melhores nos últimos anos. O ator James MacAvory é extremamente competente também, é impossível não simpatizar com esse símile de um pacato cidadão. Terceiro é mais importante: O roteiro, baseado no novo mestre dos quadrinhos Mark Millar, empurra coisas do tipo: As ordens do destino vem de um tear e nós aceitamos porque estamos construindo um mitologia, mas quando ele transforma a brincadeira em coisa séria, ele é mais brilhante, primeiramente é uma crítica ao burguesinho de escritório e como as pessoas não mudam a vida, depois ele tem um reviravolta que transforma completamente a história em uma semi-tragédia.Então depois de tudo isso, você fica n dúvida se eu gostei do filme certo? Eu também fiquei!!! Mas como já disse uma vez no Labirinto do Fauno, é ótimo quando o pessoal sai do neorealismo presente no cinema atual. Eu adorei, principalmente o final

domingo, 7 de setembro de 2008

HELLBOY 2


Rafael campeão do whack a troll

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

A LITERATURA AMERICANA



Recentemente estava recusando a literatura americana, pois, em questões de gosto pessoal sempre preferi a britânica, e recentemente os yankes andam produzindo policiais demais para pouca qualidade histórica. Lógico, que toda a concepção que eu formulo vai pro espaço em algum momento, depois de uma fase africana e outra latino-americana, eis que resolvo ler alguma coisa 100% americana, no caso a minha primeira investida no começo do ano foi com o Homem Comum do Philip Roth do qual não passei da página 50. Uma coisa eu tive que admitir: que o thriller policial estava completamente afastado desse romance chatíssimo, mas creio que eu entrei no espírito do livro, uma vez que muita gente gostou. Então conversando com meus amigos, ou melhor dizendo, discutindo com meus amigos resolvi dar uma segunda chance a Sr. Roth recentemente como o novo livro O fantasma sai de cena, e a experiência foi bem mais enriquecedora e e prazerosa, e depois li o Homem no escuro do Paul Auster, do qual gostei mais ainda.
Conto toda a historinha para que entendam que a qualidade dos textos me surpreendeu, é lógico que segundo meus conhecimentos literários, eles SÃO os maiores escritores em terras norte-americanas no presente momento, mas isso nem sempre é verdade, e acabei chegando a algumas conclusões a respeito dos autores e suas respectivas obras nas quais discorro um pouco:
Fantasma sai de cena - Um antigo personagens-escritor de Roth (isso merece uma explicação, as vezes Roth utiliza este heterônimo personagens como autor dos livros, extremamente original, mas não vou falar sobre isso pois não li esses romances... ainda) Sr. Larry, sai de seu recanto na Inglaterra para fazer um cirurgia na uretra no país natal EUA, a partir daí seu antigo isolamento se contrasta com a volta a um EUA pós 11/09, o reencontro amoroso na imagem de uma bela escritora jovem, o reencontro com o passado na imagem de um antigo autor já falecido, que ele chegou a conhecer e admirar, e por fim com o reencontro com uma antiga amiga que está em estado de câncer avançado completamente deteriorada.
Extremamente melancólico. O livro parece ser chato. Mas não é. Esses choques são essenciais para uma pessoa que passou um bom tempo afastado da vida política, amorosa e pessoal. Larry passou completamente afastado do imaginário da vida por assim dizer, e sua volta é como redescobrir o país que um dia ele abandonou.
Na parte da política a escritora e seu marido representam o partidário anti-Bush, recorrente nos Eua, discorrem a respeito da falta de liberdade da Nação, entre outras coisas.
Na parte pessoal, seu escritor preferido está para ser deflagrado em meio a um adultério passado, que irá manchar sua imagem, sua concepção dos fatos históricos do passado e sua concepção da situação atual do presente entram em crise a partir disso.
Agora na parte amorosa é que a pancada soa mais pesada. Além da alegoria representada pela disfunção urétil (a semi-castração), temos o desejo reconfigurado na esposa do escritor e o redescobrimento do amor na figura da já debilitada amiga da infância, tudo isso em espiral para ver até onde esse Ricardo Reis moderno pode aguentar sem se envolver.
O Homem no escuro é uma salada, contudo é muito bem construída. O personagem principal August, basicamente faz uma coisa o livro inteiro: Fica se revirando na cama durante a noite. Tal qual uma tela de cinema ele imagina uma história em EUA alternativo em que não houve 11/09, mas em que há uma Guerra cívil (as causas dessas são bem realistas e contém uma fina ironia), o personagem dessa história é lançado no meio da guerra e aos poucos ele vai descobrindo que tem matar o homem que está sonhando isso (louco não?), mas esse é um dos fios condutores. August ainda fica atento aos personagens semi-adormecidos aos seu redor, foge das lembrança da falecida esposa, e se concentra especificamente nas sessões de cinema clássico que tem com a neta durante as tardes, outra evocação a sétima arte. Na casa, com ele, moram além da neta sua filha e todos os personagens estão imersos em seu escuridão particular. A filha sofre com a separação recente e tem problemas para termina sua biografai de uma poetiza esquecida. A neta se fecha dentro dos filmes pois o ex-namorado morreu na guerra o Iraque e na frente das câmeras, o que ela não pode esquecer. O mais tocante no tudo é a cena final em que August não consegue afastar passado e recorda todo o seu caso de amor com mulher, deixando claro a falta que ela faz a ele.
Auster e Roth em termos socio-literários, parecem estar criando fábulas em que a matéria prima das críticas, é a condição atual dos EUA, não só pelos ataques terroristas, mas pela política adotada, pelo governo Bush, e pelos traumas recentes desencadeados. Os dois livros alcançam a sensibilidade do leitor o primeiro pela melancolia subliminar, o segundo pela fábula transvestida de crítica. Duas ótimas leituras da literatura do novo Milênio

domingo, 10 de agosto de 2008

Este é o volume 1 da série Blood Books de Tanya Huff cuja trama é retratada no seriado BLOOD TIES.


BLOOD TIES estreou no AXN em
nove de Agosto de 2008. Veio sem
muito alarde, quase sem avisar,
veio sem expectativas, com rostos
novos, desconhecidos de muitos,
talvez nem venha para ficar, que
pena, era para fazer mais alarde.
O seriado é baseado nos livros de
Tanya Huff, cinco volumes com a
estória da detetive Vicky e seu
envolvimento com o vampiro Henry,
filho bastardo de Herique VIII que
enamorado de uma vampira pede a
ela que o transforme para que
fiquem juntos para sempre ( para
sempre é um conceito,é claro),
enfim, ele vive tranquilo sem alarde
até que o sobrenatural chega as
ruas de Toronto e ao seu encontro
com Vicky, a partir daí é deixar o
mundo em pausa e mergulhar na
trama .
Não é uma superprodução nem uma
serie inovadora, mas com certeza
agradará os fãs do gênero.

sábado, 9 de agosto de 2008

ARQUIVO X - CRÍTICA 2

Eis que para delírio dos fãs, tal como a enlouquecida abaixo, chega mais o segundo filme de Arquivo X. Mas precisava? Lógico que não, mas temos uma franquia com alto potencial de entretenimento que não deve se abalar facilmente.
O primeiro ponto a ser notado é que é o segundo filme em termos cronológicos, seria um erro chamá-lo de Arquivo X 2, pois não há nada de continuação com relação ao primeiro filme, e também não há nada em relação ao seriado da década 90, alias eles construíram o filme até para leigos (ou pessoas congelada em animação suspensa que não sabem o que foi Arquivo X) e como um suspense bem intricado que deve agradar a todos.
Agora, um ponto para se deleitar com o filme é não esperar muita coisa, não temos naves saindo do gelo ou prédios explodindo logo nos primeiros minutos do filme, a produção é bem mais modesta que seu antecessor, o que acaba privilegiando o roteiro que explora muito da relação entre os (ex-)agentes Mulder e Scully, alias um ponto positivo é para quem sofria com o chove-não-molha de meia década, parece ter se resolvido nesses últimos 6 anos sem notícias dos agentes, o relacionamento entre, os dois apesar das intermináveis discussões, está resolvido, temas como a existência do William são trazidos a película e devem ser de particular interesse dos fãs.
Como plot principal temos casos de sequestro de mulheres e posterior mutilamento das mesmas nas terrinhas do Alasca, extremamente isolado.O Caso paranormal é a ajuda de um vidente, que traz os dois agentes de volta a ativa para delimitar se ele diz a verdade ou não. A trama ganha alguns desdobramentos, nada muito drástico, mas é melhor não contar. O roteiro oscila bastante entre temas como fé, crenças, capacidade de regenração (vidente, é um ex-pedófilo condenado, e ainda por cima padre), entre outros temas complexos que são citados durante a projeção tendo seu climax em uma fazenda utilizada como matadouro. Um grande acerto da película está em deixar em aberto a possibilidade de Acreditar ou não, como nos convoca o sub-título.
Com base nas atuações, os atores Gillian Anderson (sumida) e David Duchoviny (colhendo louros de sua nova série), já estão carecas de interpretarem esses personagens, e são o eixo da película, há ainda as participações de Amanda Peet (belo enfeite) e Xbizit, tão unidimensional que assusta, mas a verdade é que eles simplesmente não importam, quandot emso Mulder e Scully na tela.
Como grande diversão o filme se garante, não é melhor que o filme de 1999, mas mais descompromissado. Creio que falat uma constância entre o suspense e o relacionamento pessoal de ambos que prejudica o desenrolar coo suspense/terror, se houver um X-files 3 (creio que irá) seria interessante acentuar mais o clima de terror que o seriado tinha em suas três primeiras temporadas emq ue ele realmente habitada os pesadelos de fãs mais sensíveis. Tenho plena confiaça de que ainda veremos um grande filme de Arquivo X, por enquanto nós contentemos com as histórias simples, pois esse filme é no todo uma história bem simples que vai sendo desvendada aos poucos.
Rafael Menezes

domingo, 27 de julho de 2008

ARQUIVO X Eu Quero Acreditar


Fazem anos, literalmente que eu esperava este filme. Minha paixão por X-Files já é conhecida, não sou imparcial. Adoro quando a Scully bate em alguém para salvar o Mulder, amo quando ele se joga em fente ao bandido mesmo sem ter apoio ou arma, estava esperando o beijo "de verdade" desde aquele fatídico espisódio onde a Scully deixa o quarto do Mulder numa manhã sem esclarecer o pézinho do Mulder saindo debaixo das cobertas. É sina de fã.
Quanto ao filme: Amei de paixão. Podem criticar, podem falar mal, podem tirar de cartaz na próxima semana se quiserem, já assisti. Vou encomendar o DVD em pré-venda ,vou ver um milhão de vezes, enquanto o player aguentar.
Garanto até que vi o Chris Carter numa pontinha a lá Hitchcock, ou Brian de Palma, para os mais novos, enfim,... Ri muito com o nome da loja de iscas (Nutter's Feed-de David Nutter produtor e diretor do seriado),na agenda do celular do Mulder ainda iria aparecer o nome de Bowman( de Rob Bowman - outro produtor do seriado). Adorei o quartinho revestido de jornal do Mulder, amei rever o Skinner, e o tchauzinho do barco foi demais para um pobre coração excer.
Quanto à história: poderia ser melhor desenvolvida? sim. Precisava, nem tanto. Particularmente gostei da idéia de que dois homens começararem a procurar corpos para preservar um deles que estava morrendo, o por quê de procurarem mulheres ao invés de homens ficou obvio quando surge um certificado de casamento entre eles. Muito imaginativo, não vi esta estória em lugar algum mas suspeito que será copiada.
E trocar cabeças... bem arquivo X. Podiam deixar de lado o conflito entre os protagonistas, sabemos que eles discordam não era necessário, quero os dois JUNTOS, se tem algo que eu não gostei foi isso.
Quanto ao elenco: Callum Keith Renier já apareceu em alguns episódios como coadjuvante, o médico russo , alguns colegas médicos de Scully, todos são rostos familiares. Billy Connolly encarna um padre vidente, Mitch Pileggi volta a pele de Skinner.E Nicky Aycox (a Meg de Supernatural) é uma das vítimas.
Quanto a continuação: QUERO UMA !!!!

domingo, 20 de julho de 2008

Batman o cavaleiro das trevas 2008

Essencialmente o cavaleiro negro é o oposto do cavaleiro branco. O mal versus o bem. As coisas não são bem assim neste cavaleiro das trevas. O cavaleiro do bem é Harvey Dent, promotor público destemido que está disposto a qualquer sacrificio para trazer justiça a Gothan City, e ele fará isso usando os meios de que dispõe e colocará centenas de traficantes atrás das grades. Harvey Dent é o herói de Gothan. Seu contraponto é o cavaleiro do ? mal ? Batman, um proscrito que se esconde atrás de uma máscara e usa a noite
como refúgio, lutando contra traficantes, assaltantes, assassinos,enfim, a escória da cidade. Ele não os prende, assusta-os. Os que captura deixa para a policia prender. A seu modo está fazendo o mesmo trabalho, mas ele é o lado do mal, ele não sacrifica nada alem da propria identidade. Será??
Em certo momento Dent estará disposto a usar todas as armas para atingir seus objetivos e é Batman quem o alertará de que um ato alheio a figura do herói seria destruir tudo o que já conseguira.
Mas a dor fará com que o homem bom desvirtue suas crenças e o tornará um assassino frio. E será o cavaleiro negro que perpetuará o mito do herói no momento em que tomar para si seus crimes .
E este será o vilão que Gothan city terá.

Todos falam muito sobre o Coringa e a interpretação de Heath Ledger, que é espetacular, não discuto, mas a figura do Coringa aqui é o estopim para uma complexa rede de atos, moralismo, corrupção, chantagem, ele é aquele que dá inicio à avalanche.É ele quem diz ao Batman que quando não for mais necessário ele só será um pária a mais nessa sociedade de manipuladores com ilusões de controle.
É o coringa quem trará dúvidas ao cavaleiro.

Quem acompanha os quadrinhos sabe que Batman se culpou por não ter parado o Coringa quando teve a chance. As muitas mortes resultantes de seus crimes pontuaram os pesadelos de Bruce/Batman por muitos numeros de quadrinhos. Seria errado matar um
sabendo que salvaria cem? Esta também é uma pergunta que será introduzida em certo momento no filme, a solução é no mínimo interessante.

O ponto que ficou, para mim, é que uma cidade cinza é feita de muitos pontos cinzas. Não há herois absolutos ou vilões sem alma. Até a força do caos , que é atribuida ao coringa, não destrói o inimigo pois este lhe traz diversão. No final, todos são muito humanos e ser humano pode ser realmente apavorante.

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Emmy 2008 - Aquecimento.

A entrega do premios Emmy será em 21 de Setembro, as indicações sairam hoje, e sem Sopranos este ano, quem ficará com a maior fatia do bolo?
Na categoria melhor serie dramática estão:
"Boston Legal"
"Damages"
"Dexter"
"House"
"Lost"
"Mad Men"
Páreo difícil, a popularidade de Lost pode pesar contra. Meu favorito é House, que neste ano teve de tudo, Dexter e Damages são excelentes para um público específico, Boston Legal não parece ter mais a acrescentar depois de tantos anos , mas os anos podem pesar a seu favor assim como Mad Men, novidades também costumam ganhar.
na categoria melhor serie comédia estão:
"Curb Your Enthusiasm"
"Entourage"
"The Office"
"30 Rock"
"Two and a Half Men"

Os Harper Brothers seriam meus favoritos, mas acho que 30 Rock ganha, mesmo sem acompanhar os demais, só o elenco dessa série já deve ter uma loja de Emmys.

Cast Drama (indicação de elenco)
"Brothers & Sisters"
"Damages"
"Friday Night Lights"
"Mad Men"
"The Tudors"
Cast Comédia
"Californication"
"Curb Your Enthusiasm"
"Pushing Daisies"
"30 Rock"
"Ugly Betty"


É a grande vencedora a série em que o elenco vence. Ugly Betty já teve sua cota de promoção em virtude de premiação, por isso eu acredito que será o momento das estreantes e torço por Pushing Daisies. O seriado começou morno mas me cativou, das demais talvez the Tudors me parece a mais promissora para um premio, embora eu evite assisti-la.

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Filmes de Férias


Este ano as férias de julho tem que ter uma passadinha no cinema. Tenho como referência a cidade de São Paulo, onde há muitas salas de exibição e muitas opções do cult ao popular, vou ficar com o popular, já que o intelectual dono do blog se ocupa dos filmes de arte.
Se vc ainda não viu Homem de Ferro ou Speed Racer, desculpe, vai ser difícil achar agora, melhor esperar o DVD. Homem de Ferro é de longe o melhor filme de quadrinhos que já vi e Speed Racer cumpriu sua função de trazer para o século XXI um dos desenhos mais legais da minha infância.
Em cartaz na segunda semana de julho estão:
Agente 86 - transposição para a telona da série criada por Mel Brooks nos anos 60. Steven Carel está perfeito como o Max nerd que se torna espião. Melhor impossivel.
As Crônicas de Narnia segue com a estória do guarda roupa, ótimo para quem gosta.
Hancock - vem como o filme sem compromisso para os fans de Will Smith.
Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal ainda leva gente ao cinema, afinal é Indiana Jones.
Kung Fu Panda - está muito bem cotado,principalmente pela gurizada que curte os bonequinhos da franquia de fast food.
O Incrivel Hulk - rodado em parte no Brasil também continua em cartaz na segunda semana mas desacelera.
Wall-E - vem com fôlego, brindes e muita propaganda prometendo ser o filme do mês.
Viagem ao Centro da Terra com versão em 3D também vem na segunda semana. Brendan Fraser sendo ele mesmo sempre atrai multidões femininas.
E a seguir:
18/07 - Batman o cavaleiro das Trevas - esperada continuação com o Joker. Talvez o filme mais aguardado do ano.
25/07 - Arquivo X Eu Quero Acreditar, e eu quero mesmo acreditar que este filme estará a altura do seriado.
Nas semanas seguintes tentarei refinar um pouco para escolher o filme das férias . por enquanto o melhor seria assistir tudo e se divertir!!!